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Haas segue otimista com a temporada 2022

A Haas espera um 2022 melhor, tendo a oportunidade de retornar ao pelotão intermediário como fez em outros anos

Existe uma curiosidade nítida quando à atuação da Haas em 2022, já que estão focados desde o início deste ano, no desenvolvimento e preparo do carro da próxima temporada. Este ano o time passou por diversas limitações, justamente por saber que as chances de brigar por algo melhor eram bem pequenas.

Novos regulamentos são a oportunidade de qualquer time fazer um carro melhor, mas também ter um equipamento competitivo que melhore a sua posição no grid. No entanto, é aquele momento que as equipes precisam acertar mais que os seus adversários.

A Haas atualmente faz parte das equipes do final do pelotão, mas com uma ressalva, desde 2020 eles somaram apenas 3 pontos. Além disso, o desempenho da equipe começou a decair desde 2019, após obter em 2018 o 5º lugar dos construtores, somando 93 pontos.

Neste ano, quando abdicaram de investir em atualizações, além de estarem com dois pilotos estreantes no time, a Haas assumiu o risco de não pontuar. Restando apenas 5 provas para o encerramento da temporada, tanto Mick Schumacher quanto Nikita Mazepin não pontuaram, e com a performance decaindo corrida após corrida, eles devem terminar o ano zerados.

A Haas segue o desenvolvimento do carro de 2022, tentando descolar do fim do grid para competir com o meio do pelotão – Foto: reprodução

“O desenvolvimento do carro de 2022 está indo bem, estamos progredindo a cada sessão no túnel de vento”, disse Steiner.

LEIA MAIS: Com mudanças na estrutura técnica, Simone Resta segue para a Haas em 2021

“É um pouco como 2015 ou 2016 para mim, mas para dizer o quão bons somos, não tenho ideia, porque não sei o quão bons são os outros nove times. Mas como uma equipe, trabalhamos agora de novo como fizemos nos últimos anos com a equipe técnica na Itália, e estou cautelosamente otimista de que estaremos no meio do grid novamente no próximo ano”, completou o chefe de equipe da Haas.

A equipe americana está contando com reforços, como Simone Resta que foi levado da Ferrari para assumir a função de diretor técnico em 2021 na Haas, além disso eles também estão com um centro técnico na equipe italiana, depois de estreitar os laços com a Ferrari.

“Acho que estaremos prontos. Ainda tem muitas pessoas de 2018 quando terminamos em quinto lugar no campeonato, então essas pessoas ainda são boas e não se esqueceram de como fazer isso. Eu confio nessas pessoas e estou confiante de que eles podem conseguir isso novamente, que nós conquistaremos bons resultados, talvez não em quinto lugar, mas pelo menos estar de volta ao meio do grid”, concluiu Steiner.

É um longo caminho para a Haas percorrer, ela teve a oportunidade de treinar a sua dupla neste ano, preparando-os para a próxima temporada. No entanto, ter dois pilotos jovens também pode impactar no carro do próximo ano, principalmente com questão de aperfeiçoamento e referências. Os outros times têm duplas bem equilibradas no próximo ano, muitas com pilotos já experientes ou com pilotos jovens, mas que são mais bem treinados do que os da Haas.

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Debora Almeida

Meus olhos brilharam quando eu vi o estilo de pilotagem do Vettel ele despertou o meu interesse pelo esporte e cada vez mais eu queria entender sobre o assunto. Hoje gosto de tirar fotos e escrever textos!

Um Comentário

  1. O estreitamento das relações entre Haas e Ferrari está sendo benéfico para a equipe americana . Com uma estrutura melhor e com profissionais competentes acredito que o carro será bem mais competitivo , além disso Mick vem evoluindo a cada corrida e , como prova o histórico dele , chegará muito mais forte em seu segundo ano de F1

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